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Glauci, 21 anos, 1,78 metro: top model da noite para o dia |
DA ÁGUA PARA O VINHO
Até o começo do ano passado, Glauci Mello queria ser modelo, mas achava que não ia dar certo. Já estava pensando em desistir quando um desconhecido a aconselhou a procurar a HDA, agência especializada em modelos negras. A sua vida mudou da água para o vinho. Logo de cara, foi parar no São Paulo Fashion Week. Em seguida, assinou um contrato e foi para a África do Sul, de onde esticou para a Europa. No caminho, colecionou editoriais de moda nas edições internacionais de revistas como Marie Claire e Vogue, além de capa da Cosmopolitan. Com uma agenda de top model, voltou ao Brasil no mês passado, mas já com um trabalho acertado nos Estados Unidos e outro no Canadá. |

Thogun (à esq.) e Rodrigo dos Santos, que ganharam destaque na série Os filhos do Carnaval |
QUEM SÃO OS FILHOS DO CARNAVAL
O primeiro é rapper, nunca estudou teatro. "O único curso que fiz foi para não morrer na mão da polícia. A gente se finge de aleijado, de surdo, de mudo." O segundo é ator desde pequeno e já participou de séries como A grande família e Os normais. Mas Thogun e Rodrigo dos Santos se revelaram de fato na série Filhos do Carnaval, da HBO, que trata da questão do jogo do bicho aliado ao samba. Thogun, que estreou como ator na pele de Nilo, o narrador, tem planos de lançar ainda este ano seu primeiro CD e já recebeu convite para participar do longa Cidade dos homens. Rodrigo dos Santos, que viveu um mestre de bateria, revela: "Uma segunda temporada da série seria algo sensacional". |
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| Regina: prêmio das mãos do ministro Gilberto Gil |
IALORIXÁ DA LIBERDADE
Foram muitos os agraciados no mês passado com o prêmio Camélia da Liberdade, mas quem mais chamou a atenção do público presente no Teatro Municipal do Rio de Janeiro foi Mãe Regina de Bambuchê, homenageada, aos 98 anos, como a mais antiga ialorixá do Estado. Ela recebeu o troféu das mãos do ministro da Cultura, Gilberto Gil, em noite de gala, com apresentação de Isabel Fillardis e Luís Miranda, e com shows de dona Ivone Lara e Arlindo Cruz, entre outros. Essa foi a segunda edição do prêmio - uma iniciativa do Centro de Articulação de População Marginalizadas, Ceap -, concedido a personalidades, empresas e entidades que valorizam a diversidade e a inclusão étnica.
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