Editora Escala
  Loja Escala | Faça sua Assinatura | Anuncie | SAC | 55 11 3855-1000    
Edição 96
 
Sumário da edição
Edições anteriores
Editorial
Cartas
Gente
Em Foco
Beleza
Cultura
Educação
Consulta
Endereços
Agenda
Em Questão
Fale Conosco
Assine já
Anuncie
Para cadastrados
Para assinantes
Na revista impressa


A minissérie sobre a vida da compositora e maestrina Chiquinha Gonzaga foi um grande sucesso de público na televisão. Pouca gente, porém, sabe até hoje que essa mulher que chacoalhou a sociedade carioca no século 19 era uma afro-descendente. É natural. Interpretada por uma atriz branca, Regina Duarte, a imagem que acabou ficando gravada na memória não poderia ser de uma mulher negra, filha de uma mulata - em plena vigência da escravidão - e de um militar branco. Ela e a cantora Elizeth Cardoso - um dos maiores nomes do samba no século 20 - foram as duas mulheres escolhidas para esta segunda edição de Raça Educação, uma seção que tem o objetivo de contribuir como ferramenta em sala de aula para o ensino da cultura e da história afro-brasileira - tornado obrigatório em 2003 pela lei 10.639. A seção estreou na edição de fevereiro da Raça e continua nesta com o tema Heróis de todo mundo, nome da série do Canal Futura, da Fundação Roberto Marinho, que é parte do projeto A cor da cultura, resultado de uma parceria com a Seppír, Petrobras, Cidan e TV Globo. Cedidas pela Futura, as biografias foram escritas pela professora Lúcia Silva.

PARA O PROFESSOR
Veja algumas sugestões para o uso de Raça Educação em sala de aula

Após apresentar aos alunos as biografias de Elizeth Cardoso e Chiquinha Gonzaga, uma sugestão para o professor é pedir que pesquisem a vida e o trabalho de outras mulheres negras - aproveitando o fato de o dia 8 deste mês ser o Dia Internacional da Mulher - que marcaram a história. As escritoras Carolina Maria de Jesus e Auta de Souza, a antropóloga Lélia González e a professora Antonieta de Barros são alguns dos nomes que podem ser estudados. Para deixar mais claro para os alunos que não é preciso estar morto para ser reconhecido como herói, pode-se pedir a eles também que pesquisem a respeito do trabalho de afro-descendentes que atualmente vêm abrindo caminho em várias áreas da sociedade, derrubando tabus e preconceitos. É o caso de personalidades como o secretário da Justiça de São Paulo, Hédio da Silva Júnior, o ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, e a desembargadora Neuza Maria Alves, entre outros.


PÁGINAS :: 1 | 2 | 3 | Próxima >>

Faça já sua busca no site da Raça Brasil
Cadastre-se já no boletim da revista
Raça Brasil.
Serviço gratuito!
 


   

Editora Escala
  Loja Escala | Faça sua Assinatura | Anuncie | SAC | 55 11 3855-1000