WHITNEY
E LATOYA
Li mais da metade da revista pela Internet, como assinante UOL, e gostei
muito de várias reportagens. Achei que a revista está em um ponto ideal.
As reportagens são firmes e a abordagem do universo negro está mais transparente
e tranqüila. Há muito não lia Raça. Agora, vou voltar a comprar na banca.
A entrevista com o pessoal da novela foi 10! Eu era das que achavam as
duas personagens um horror. E continuo achando, mas entendi o que querem
dizer com a abordagem do real. Parabéns!
Nana Guimarães, Embu das Artes (SP)
QUILOMBOS
Gostaria de parabenizar todos vocês pelo excelente conteúdo, que, além
de diversificado, possui ótimas informações. Moro no interior da Bahia
e perto daqui existe um povoado em que 95% da população é negra. Não tenho
dados comprovados, mas acredito que descendem dos escravos que viveram
nesse município, num quilombo. Existe também uma ilha no São Francisco
chamada de Ilha de Cajaíba. Lá, existe uma casa de engenho, com cômodos
onde os escravos eram sacrificados de forma cruel e desumana. Eu gostaria
que dados históricos como esses fossem conhecidos pelos meus conterrâneos
e pelos demais brasileiros. Continuem com essa raça e criatividade para
mostrar a cultura negra e a sua história.
Débora Silva, São Francisco do Conde (BA)
DEFESA DAS ORIGENS
Vocês poderiam colocar mais reportagens referentes às pessoas negras que
se dedicam ao povo negro por todo o Brasil, mostrando, assim, para todos
que se cada um fizer um pouco para ajudar os outros, poderíamos evoluir
e construir uma nação melhor para o povo negro. Porque se não gritarmos
por melhorias, o Brasil, que dizem ser um país que acolhe a todos, que
respeita todas as diferenças, não vai mudar e continuará esse apartheid
que dizem não existir. Para combater essa desigualdade é preciso dar informação
aos negros, que estão perdendo suas origens por causa de falta de informações
sobre a sua própria raça. Temos que mostrar pessoas negras que estão lutando
para acabar com esse apartheid que existe no Brasil. Precisamos melhorar
este país tão desigual que é o Brasil.
Jackson de Souza Quintino, São Paulo (SP)
FÃ DE CARTEIRINHA
Sou leitor assíduo da revista desde o primeiro número, assim como toda
a minha família. Só demorei para me tornar assinante. Meus parabéns! Nós,
negros, merecemos uma revista de tão alto nível. Beijos e abraços a todos.
Axé e paz. Sucesso sempre!
Anselmo de Oliveira, Umuarama (PR)
CONTRA AS COTAS
Considero-me um irmão de todos os brasileiros. Já enviei muitas cartas
diretamente para alguns deputados quanto à minha indignidade frente a
muitas questões que eles teriam por obrigação lutar e não o fazem. Mas
o que queria realmente comentar é a cota para negros nas universidades.
Não li a legislação, mas já vi muita gente pública defender essa bandeira.
Mas eu acredito que isso, sim, gera segregação racial, pois acredito que
todos têm capacidade para atingir seus objetivos. O que falta, infelizmente,
é um ambiente favorável para a superação nos estudos. Particularmente,
penso que as entidades e grupos de defesa da raça negra deveriam lutar
por uma educação igualitária para todos, e não uma educação que segrega
raças.
Paulo Roberto Esteves. de Souza, São Paulo (SP)
ESPORTE
CHIC
Venho parabenizar a revista pela a brilhante idéia de colocar uma reportagem
com a Margarete Menezes e o Tiger Woods, negros de sucesso. Mas o que
mas gostei foi do estilo Esporte Chic (ed. 89). Adorei essa matéria. Boas
roupas e muito criativas. É claro que elas estão um pouco fora da realidade
do brasileiro, mas tá valendo. Queria também pedir o retorno das seções
Negra Gata e Negro Gato.
Willovewilliam G. Colombo, São Paulo (SP)
REPOSTA
AO LEITOR
Quando o leitor Cássio Ermel (Raça Cartas, ed. 90) diz que a revista Raça
reforça mais o preconceito, creio que está equivocado. Porque a revista
une, sim, os negros, na forma de fortalecê-los para enfrentar este país
de preconceito velado, que sofremos no trabalho, na escola, enfim no nosso
dia-a-dia. O preconceito existe, sim, e tenho certeza de que após a criação
desta revista muitas pessoas conseguiram lidar com ele, além de melhorar
muito sua auto-estima. Observamos que em outras revistas, as reportagens
sobre cabelos, por exemplo, são ótimas, só que para as pessoas brancas
de cabelo liso. São publicações que nuncam falam sobre os preconceitos
raciais que sofremos, sobre alizamento, negros na universidade. Enfim,
nós não temos tanta atenção voltada para nós. Se Raça não fosse boa, com
certeza ela já não estaria mais circulando depois de todos esses anos.
Ou será que o problema está no nome Raça? Parabéns à revista. Só temos
que agradecer!
Lucinéia Santos, Piracicaba (SP)
ERRATA
Ao contrário do que foi publicado na página 98 da edição 90, o número
de telefone da empresa Doctor Feet é (11) 3845-9955.
Diferentemente do que foi publicado na edição 90, a Teenager - Assessoria
Profissional não oferece cursos de língua portuguesa para profissionais
de comunicação e que lidam com o público em geral. A empresa oferece aos
estudantes assessoria para a escolha da profissão, realizando orientação
profissional por meio de um trabalho que enfatiza o autoconhecimento.
Diferentemente do que foi publicado na edição 90, página 44, a atriz
Taíz Araújo protagonizou na novela A Cor do Pecado
Na matéria, Revolução na Prateleira que foi publicada na edição 90,
página 76, o curativo Color-Aid foi lançado em 2003
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