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| Uma equipe de raça: no alto, a produtora Ester Dias e o fotógrafo
Ângelo Pastorello conferem as fotos de jóias com o editor de Arte
Guilherme Uhlmann; acima, o chefe de Arte Ricardo Viveiros e a repórter
Dayanne Mikevis; à esquerda, o estagiário de Arte Thiago Assunção. |
Raça Brasil pode ter nascido de um sonho, mas cresceu alimentada
por uma realidade - o aumento da participação do negro na sociedade. Numa
espécie de revolução silenciosa, temos ocupado um espaço cada vez maior
no mercado de trabalho, no mundo dos negócios, nas escolas e universidades
- tudo isso puxado por uma auto-estima em alta. Estamos, como nunca, tingindo
o Brasil.
Ao completar este mês nove anos de existência, Raça é ao mesmo tempo
espelho e reflexo dessa mudança. A reportagem Revolução na prateleira
é uma prova concreta de como as grandes empresas na área de beleza descobriram
um mercado consumidor de produtos étnicos, que hoje não pára de avançar.
Quando a revista foi lançada, em 1996, praticamente não existia nenhum
cosmético para a pele ou cabelo negros. Hoje, as gôndolas estão abarrotadas.
Toda a equipe de Raça vibra de emoção com isso - e se envaidece de ter
sido o espelho no qual vemos nossa imagem com orgulho. Nove anos depois,
somos mais do que nunca uma revista para a família negra brasileira, com
conteúdos interessantes e úteis para todos no seu dia-a-dia. É o que se
vê, por exemplo, na reportagem Unidos para sempre, que trata
de questões práticas do casamento.
Toda a equipe de Raça vibra de emoção com isso - e se envaidece de ter
sido o espelho no qual vemos nossa imagem com orgulho. Nove anos depois,
somos mais do que nunca uma revista para a família negra brasileira, com
conteúdos interessantes e úteis para todos no seu dia-a-dia. É o que se
vê, por exemplo, na reportagem Unidos para sempre, que trata de questões
práticas do casamento.
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