Abertas as inscrições para Seminário sobre ações afirmativas
O evento acontecerá em Campo Largo entre os dias 20 e 22 de novembro
A Associação da Comunidade Afro Brasileira de Campo Largo (C.A.B.) em conjunto com a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e o Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC/ONU) realizam entre os dias 20 e 22 de novembro a Conferência Internacional do Centro de Informações das Nações Unidas. A solenidade de abertura acontece no dia 20 - Dia Nacional da Consciência Negra -, a partir das 8 horas, na Casa da Cultura de Campo Largo (Av. Centenária, 2011, centro - próximo ao Fórum).
A conferência é voltada para gestores municipais e estaduais, parlamentares - deputados e vereadores dos municípios e Estados da região sul -, profissionais da Educação, sociedade civil organizada e comunidade. Durante os três dias de evento, além da palestra com a participação do representante da ONU, que falará sobre "Ações Afirmativas para Promoção da Igualdade Racial e Políticas de Impacto Público e Iniciativa Privada", o público acompanhará os debates sobre o Plano Nacional de Igualdade Racial e as parcerias dos municípios e o Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnicorraciais no Ensino da História da Cultura Afro-Brasileira e Africana.
No último dia do evento (22/11), será realizado o Concurso Beleza Afro Brasileiro, voltado para jovens - moças e rapazes - entre 16 a 30 anos e crianças na faixa etária de 6 a 14 anos.
Criada há três anos, a CAB está localizada no Jardim Tropical, na periferia de Campo Largo. De acordo com um dos coordenadores, o professor Alexandre Cezar, a entidade desenvolve ações afirmativas para a promoção da igualdade racial no município e no Estado. "Somos parceiros da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e junto com essa instituição realizamos cursos de capacitação para professores da rede estadual e municipal, fazemos palestras sobre políticas de ações afirmativas, trabalhamos com comunidades quilombolas, desenvolvemos projetos de resgate da identidade cultural da população negra, entre outros", explicou o professor.
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